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…ó Ema deixa o papel…

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A marca francesa Le Trefle lembra num anúncio a importância do papel. Criado pela agência Leo Burnett Paris .

Sugestão de vídeo de Imagens de Marca.

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O filho da Pub procura a sua mãe

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Gonçalo Morais Leitão no ISVOUGA
Fonte: http://www.zapping-tv.com

Ao longo de sete episódios entrou dentro de pequenas e médias empresas para mudar a comunicação destes negócios. Agora, enquanto prepara a segunda fornada de programas, Gonçalo Morais Leitão, o criador e apresentador Filho da Pub, participa na 8ª edição Isvouga Marketing Sessions, a 6 de dez 2012, no Isvouga, Instituto Superior de Entre Douro e Vouga, em Santa Maria da Feira. Mais uma iniciativa da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas e do MKT:LAB. Informações no BLOGUE MARKETING SESSIONS e inscrições em Eventbrite.

O filho da Pub em discurso direto

Sem medo do trabalho «O trabalho não assusta. Muito menos a vontade, que leva sempre a melhor. Em 2004, abandonou o lugar de director criativo da BBDO para assistir ao Euro». Não, não foi para fazer a comunicação do Euro que Gonçalo abandonou o cargo de director criativo, foi mesmo para assistir aos jogos.

As escolhas «Devia ter seguido o que gostava, algo mais ligado à criatividade ou ao desenho. Uma vez fui fazer uns testes psicotécnicos e deram Gestão ou Direito. Desisti do curso no último ano, quando estava no exame de Direito Penal, acho eu».

O primeiro contato com a tv «Consegui um estágio na SIC e estava a adorar, apesar de não ganhar nada. Estava no departamento de autopromoção. Fazia a “Noite da Má Língua”, o “Juiz Decide”, os “Donos da Bola”. Entretanto convidaram-me para ir para uma agência de publicidade, a TBWA, e a oferta era muito apelativa».

O primeiro salário «Eram duzentos contos. Para mim era uma fortuna. Quatro meses depois dobraram-me o ordenado. Foi uma loucura. Correu muito bem na publicidade, mas de há dois anos para cá a vontade de voltar à TV acentuou-se. Em Janeiro de 2011 decidi deixar mesmo a publicidade».

Um idiota é alguém repleto de ideias «Quando saí da Cupido e estive uns meses a trabalhar por conta própria dizia que estava como idiota por conta própria. É o que eu sou. Tenho ideias. Pois, para mim é relativamente fácil [risos]. A ideia surge de facto quando menos se espera. É inexplicável. Há treino, como a velha máxima de que a função desenvolve o órgão. Lembro-me que a primeira vez que tive um briefing à frente na agência de publicidade passei dias a olhar para aquilo. Depois veio o director criativo e em 20 minutos resolveu».

Falta de coerência na comunicação «Cada caso é um caso, mas todos têm o mesmo problema. A identidade, o logótipo. É quase tudo muito pouco profissional. Percebe-se. Noventa por cento das empresas em Portugal não têm acesso a bons designers, é tudo muito de vão de escada. Em muitos casos são os próprios que desenham, e a última coisa com que se preocupam é com isso. Nunca gostavam quando falávamos em mudar o logótipo, mas mudámos, e adoraram. Depois há outra coisa gritante. A falta de coerência nas manifestações da marca. Um caso tinha uns cinco logótipos diferentes, nos cartões, no site, nas carrinhas».

Dar a volta à crise «… é a melhor altura para fazer o programa, para dar um novo ânimo. Sinto as pessoas cabisbaixas e talvez a mudança possa ajudar. Hoje em dia, se não tiver uma boa forma de vender o seu negócio, está tramado. A mudança é uma oportunidade para comunicar. É como um corte de cabelo».

Fonte:  Artigo no Jornal i

Para a segunda série criou a produtora responsável pelo formato exibido na SIC Radical, com Mariana Figuerola e chama-se One Couple Show.

“O objectivo é criar e produzir entretenimento, podem ser programas de televisão ou outro tipo de formatos”, referiu ao M&P Mariana Figuerola.

“Há rubricas novas ligadas à publicidade e algumas agências são diferentes. Mas em termos de formato mantém-se a estrutura, até porque, como a primeira série foi curta, não fazia sentido fazer grandes mudanças”, revela Mariana Figuerola. Em cada programa, o Filho da Pub ajuda pequenos negócios a relançarem-se, com o apoio de algumas das principais agências do país. Ao nível de parceiros, o programa passa a contar com a Make, um atelier de arquitectura e construção, que irá permitir, quando se justifique, fazer pequenas obras ou remodelações. MOP e Capital MC juntam-se nesta temporada, substituindo a JCDecaux e a Niu no apoio aos suportes e à produção. Para esta segunda série, a produção recebeu “centenas de candidaturas, o que nos permitiu escolher negócios fora da área de negócio dos da primeira série”.»

Fonte: MEIOS E PUBLICIDADE

Potencial publicitário e figuras públicas

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A Marktest divulgou em Março último um estudo sobre as Figuras Públicas e as Marcas em Portugal, usando para o efeito as campanhas publicitárias realizadas ao longo de 2010. A empresa criou um índice de potencial publicitário baseando-se em critérios como a associação das figuras públicas a atributos pessoais tais como competência, beleza ou honestidade, só para citar os dos três primeiros classificados. Outras personalidades destacam-se em outros atributos: como Manzarra, na juventude, ou Cristiano Ronaldo, no talento.
«Na aferição da opinião dos portugueses sobre figuras públicas, foi realizado um estudo de opinião junto de indivíduos com 15/64 anos, residentes em Portugal Continental. A amostra foi constituída por 1151 entrevistas realizadas através de recolha online que utilizou um questionário de auto-preenchimento», refere a nota informativa que acompanha a divulgação do projecto.

Depois da tempestade…um Beirão

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Futre é a nova imagem da marca Licor Beirão

Há menos de um mês não escapou a ninguém a célebre conferência de Paulo Futre. Nos jornais, revistas, televisões e, na internet, não pararam de circular comentários. Já que a figura voltou à ribalta, toca a transformar um momento mau, numa oportunidade. Paulo Futre regressa ao palco, agora, para promover o Licor Beirão. Será este o primeiro charter?