Novidade

RP: o dilema das competências-chave

Publicado em

Segue-se uma lista das competências que um profissional de Relações Públicas deve ter e que recuperei de uma informação antiga de David Fleet [14 competências-chave]. Capacidade de escrita e as habilidades comunicacionais juntam-se à proa(c)tividade, à ética e ao estabelecimento de um bom relacionamento com os meios de comunicação social. Mas… pode-se também juntar a resiliência, um termo a ser desenvolvido em posts futuros. Para além, das funções de sempre, destacam-se ainda os «novos» atributos «criados» pela galáxia internet.

PR pros still need the basic attributes and skills that they’ve always needed.  Try launching something using social media alone and you’ll appreciate the gap that traditional media can leave if it’s lacking. So, entry-level PR professionals still need to be proficient at (among other things):

  • Writing – the cornerstone of a PR professional’s career. If you’re not confident about your writing skills, brush up. You’ll need them. Learn how to write a news release – study those produced by other organizations and practice for yourself.
  • Communications skillsI’m talking ‘small c’ communications here rather than the ‘big c.’ Learn to communicate more effectively with other people
  • Attention to detail –  … Proofread everything. Fact check everything. Hand things to your supervisor when you would be happy with them going to the client.
  • Media relations – you’ll probably be doing media relations throughout the majority of your career. You may not have had an opportunity to do it for yourself as a new graduate, but an understanding of the basics is certainly an advantage – what’s in a media list? What are the pitching best practices?
  • Proactiveness – if you don’t know an answer to a question, first try to research the answer. If you can’t find the answer, ask. Whatever you do, don’t just sit there until you approach the deadline for your work.
  • Work ethic – public relations isn’t a 9-to-5 job. It shouldn’t take over your life, but the nature of the work is that sometimes you’ll have last-minute deadlines and sometimes you’ll have to chip-in to help others. There’s nothing worse for more senior team members than watching the more junior ones walk out of the door at 5pm then having to stay there until 9pm themselves. Put in that little bit of extra effort. It won’t be every day, but people will notice

Para além do básico junta-se a necessidade de dominar outras ferramentas:

  • Blogging – you don’t necessarily need to have one (although it’s a big plus), but an understanding of the importance of blogs and an interest in their use, is essential in my view.
  • Microblogging – it’s still an emerging technology, but I would argue that an understanding of microblogging tools (the primary one currently being Twitter)  is essential for new grads.
  • Social networking tools – Facebook, MySpace LinkedIn, Plaxo and more – there’s a plethora of social networking tools out there. An understanding of the leading social networks is desirable.
  • SEO – some parts of search engine optimization are quite technical, but others are very simple and require little technical knowledge. An understanding of the basics is highly valuable. This leads to my next point…
  • Coding – basic HTML, PHP, VBScript and so on are not critical skills, but I find them useful on a daily basis.
  • RSS, RSS Readers – I consider an understanding of RSS to be central to people doing any work in social media. For one thing, RSS turns monitoring multiple searches and sites every day into a manageable task. For another, it helps when providing recommendations to clients.
  • Blogger relations – understand the nuances of blogger relations.
  • Social media ethics – everyone has their own lines when it comes to ethics. Know where yours lie and how you feel about topics like astroturfing, ghost blogging, sock puppets and other common ethical issues (I’ve given my on astroturfing and ghost blogging several times recently).
Anúncios

O que é um RP?

Publicado em Atualizado em

Jorge Pedro Sousa, num LIVRO disponível na íntegra online, refere:
Os números não mentem. A quantidade de profissionais de relações públicas denuncia a relevância mundial da actividade. O mundo transformou-se num espaço de eleição para as relações públicas, que vivem do apoio comunicacional que dão aos negócios, à política, à diplomacia, às empresas e organizações internacionais, aos viajantes e mesmo à busca de influência e de poder num mundo competitivo e multipolar. E porque é necessário saber definir esta a(c)tividade sugere-se a leitura atenta de duas breves referências [1 e 2] e, de imediato realizar uma pesquisa que permita não só a elaboração de uma definição individual e a(c)tualizada, mas, acima de tudo, fundamentada sobre o que é e o que faz realmente um profissional de Relações Públicas.

A explosão do jornalismo, por Ramonet

Publicado em Atualizado em

Nos últimos tempos Ramonet andava morno. Ou melhor: descrente e ácido. O livro L’Explosion du journalisme. Des médias de masse à la masse de médias, a necessitar de tradução urgente em Portugal, relança a discussão em torno de alguns pressupostos essenciais.
A minha distração foi interrompida pela descoberta de uma entrevista traduzida em português do Brasil, por António Martins, disponível no Outras Palavras. Destaque para duas das respostas:

imprensa nunca foi perfeita, fazer bom jornalismo foi sempre um combate. Mas a partir da metade dos anos 1980, vivemos duas substituições. Primeiro, a informação contínua na TV, mais rápida, tomou o lugar da informação oferecida pela impressa escrita. Isso conduziu a uma concorrência mais viva entre mídias uma corrida de velocidade em que resta cada vez menos tempo para verificar as informações. (…)Particularmente há alguns anos, com a emergência dos “neojornalistas”, estas testemunhas-observadoras dos acontecimentos (sejam sociais, políticos, culturais, meteorológicos ou amenidades). Eles tornaram-se uma fonte de informações extremamente solicitada pelas próprias mídias tradicionais.

Wikileaks demonstrou que as mídias tradicionais já não funcionavam nem assumiam seu papel. Foi no nicho destas carências que o Wikileaks pôde introduzir-se e se desenvolver. O site também revelou que a maior parte dos Estados tinham uma lado obscuro, oculto. Mas o grande escândalo é que, depois das revelações do Wikileaks, nada ocorreu! Por exemplo: revelou-se que, na época da guerra do Iraque, um certo grupo de dirigentes do Partido Socialista francês dirigiu-se à embaixada dos Estados Unidos para explicar que, se estivessem no poder, teriam envolvida a França na guerra. E este fato – próximo da alta traição – não provocou reações.

Um resumo do livro disponível AQUI.