Mensagens

Literacia mediática?

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A Unesco, a União Europeia e as universidades têm desenvolvido esforços no sentido de avaliar os níveis de literacia mediática. Qual será a importância desta competência para a formação de cidadãos mais interventivos?

A ciência da persuasão

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Desde os primeiros estudos que se concentraram na análise dos efeitos dos meios de comunicação, os meandros da persuasão, são uma das grandes preocupações dos investigadores e profissionais da comunicação. A identificação da lei do emissor (e a sua importância no processo comunicativo), mas também a existência de mecanismos que limitam a atenção e a memorização das mensagens mediáticas, são hoje elementos que continuam a despertar o interesse de todos aqueles que têm que fazer a gestão de mensagens. Uma preocupação maior do que aquela que mobilizou os primeiros estudos, no início do séc. XX.  Na verdade, o turbilhão de mensagens com que somos bombardeados, a rapidez e, por vezes ligeireza, como nos transmitem a informação, obrigam a que se repense como é que se pode assegurar a eficácia comunicativa. Neste vídeo são identificados alguns princípios da ciência da persuasão.

Usar a infografia para melhorar a comunicação

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No artigo Invasion of the infographics: Visual makeovers inspire digital insights and innovation, aborda-se um tema que cada vez mais interessa aos profissionais de Relações Públicas, a infografia. Acima de tudo porque esta mistura de imagem e texto pode ajudar a passar a mensagem de um modo eficaz. Na verdade, mensagens infográficas «are taking over the Web in a similar manner as viral videos, retweets and e-books have before them».

“We can thank Twitter and other social sites for their rise in popularity, but also their decay in quality,” explains Joe Chernov, vice president of content marketing for Eloqua, a marketing automation company.  “Infographics awaken opportunities for publications to write about your issues and possibly include context about your organization, but they must be authoritative and creative to be effective.”

(…)

Chernov cites three reasons why infographics spread so broadly and rapidly:

  1. They convince people of your subject matter expertise.
  2. They generate clicks in the same way great headlines do for press releases and blog posts.
  3. They offer gestures of goodwill and helpfulness.

Guerra de tubarões

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A guerra Facebook/ Google começa aumentar de tom e a descoberta recente de que a primeira contratou uma agência de comunicação, a Burson-Marsteller, para difundir e “plantar” notícias negativas sobre o Google, merece um debate atento, até porque, brigas à parte, é a classe jornalística que terá de estar atenta a estas atitudes nada claras e, sempre, denunciar os comportamentos menos correctos.
Na webletter da Briefing encontra um curto resumo de um assunto a merecer atenção e debate. Para já faço uma pergunta: alguém dá credibilidade a uma agência que alinha neste tipo de actividades?

O Facebook contratou a empresa de relações públicas Burson-Marsteller para tentar plantar notícias negativas sobre o Google. A notícia foi avançada pelo jornalista norte-americano Dan Lyons e já foi confirmada pelo Facebook.
“Confrontado com evidências”, adianta a notícia de Dan Lyons, um porta-voz do Facebook confirmou a contratação da Burson e citou duas razões: o Facebook “acredita que o Google está a fazer algumas coisas nas redes sociais que causam preocupações de privacidade; “e talvez mais importante”, a empresa “ressente as tentativas do Google em usar dados do Facebook para seu próprio serviço de rede social”.

As acções da Burson contra o Google começaram a gerar burburinho no início do mês, quando o blogger e pesquisador Christopher Soghoian tornou pública uma oferta que recebeu para escrever um artigo opinativo sobre violações à privacidade dos usuários supostamente cometidas pelo Google.

A oferta, feita via e-mail por John Mercurio, da Burson, incluía um tipo de mini-dossier recheado de informações negativas sobre o serviço Social Circles, do Google. Mercurio diz que poderia ajudar na elaboração do artigo e na sua publicação em algum orgão de grande popularidade, citando como exemplos o jornal “The Washington Post” e os sites Politico, The Hill, Roll Call e The Huffington Post.

O regresso de Morgan Spurlock

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O criador de Supersize Me (aquele em que Spurlock comia em exclusivo os produtos da Mcdonald’s) regressa com mais um filme-documentário, desta vez inteiramente dedicado ao product placement.

Escrevi(ver) IV

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No artigo How to Turn a Blog Post into a Press Release destacam-se as seguintes orientações: ter a certeza de que se está a a anunciar algo (lembrar os valores notícia, pode ser útil); escrever na terceira pessoa, rever o título, espreitar a concorrência ou ver bons exemplos, mas também:

Rearrange the post to contain these press release elements
Dateline: If you use a press release distribution service they’ll make sure you get this right, but if you’re writing it on your own, the format is: “CITY NAME [all caps], State abbreviation (Month Day, Year) – “ So as an example, you’d have “POUGHKEEPSIE, N.Y., (Aug. 31, 2011) – [First sentence starts here.]”
Lead: The main news. You can be creative with your first sentence, but make sure you get the who, what, where, why and how in the first paragraph. Your keyword/s should be in the lead as well as the headline.
Quote: A quote isn’t required, but it always helps to illuminate the press release and give it some personality. Go ahead and use “I”s and “you”s here. The quote is usually the second paragraph, but again, not required.
Boilerplate: At the end of every press release, include a short paragraph about the company, again in the third person. Your website and phone number go here, too.

Escrevi(ver) II

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Num artigo da autoria de Jeff Haden que pode ler na íntegra AQUI encontra dicas para escrever com sucesso.

10 Tips to be a better business writer
1. Always eliminate the obvious.
2. Make one point.
3. Create a journey.
4. Use stories, but only when they fit.
5. Be direct.
6. Cut one-third.
7. Always let your work breathe.
8. Don’t try to force a style.
9. Don’t go Auto-Tune.
10. Have something to say.