inteligência emocional

A ciência da persuasão

Publicado em

Desde os primeiros estudos que se concentraram na análise dos efeitos dos meios de comunicação, os meandros da persuasão, são uma das grandes preocupações dos investigadores e profissionais da comunicação. A identificação da lei do emissor (e a sua importância no processo comunicativo), mas também a existência de mecanismos que limitam a atenção e a memorização das mensagens mediáticas, são hoje elementos que continuam a despertar o interesse de todos aqueles que têm que fazer a gestão de mensagens. Uma preocupação maior do que aquela que mobilizou os primeiros estudos, no início do séc. XX.  Na verdade, o turbilhão de mensagens com que somos bombardeados, a rapidez e, por vezes ligeireza, como nos transmitem a informação, obrigam a que se repense como é que se pode assegurar a eficácia comunicativa. Neste vídeo são identificados alguns princípios da ciência da persuasão.

Perguntar, pensar e decidir

Publicado em Atualizado em

 

 

Do even the best leaders make mistakes? Yes. They’ll get mad and make mistakes and hurt people. And sometimes they won’t even recognize that they’ve done that. But the best leaders never stop learning, never become so arrogant or complacent that they stop believing they have room to grow. They never become so hopeless or discouraged that they believe it’s not worth the effort. John F. Kennedy wrote that “leadership and learning are indispensable to each other.” The good leaders (almost) never forget this.

Esta foi a resposta de Jennifer Garvey Berger , autora do livro Changing on the Job: Developing Leaders For a Complex World, a Amy Levin-Epstein que destaca os 3 hábitos que um líder eficiente deve possuir. Para Berger a liderança é uma competência essencial e que deve começar pela capacidade para saber ouvir e daí recolher informação base para decidir, mas, ao mesmo tempo, deve possuir o «dom» de lidar com múltiplas perspectivas e a capacidade para relacionar o todo. Estas características obrigam, como é evidente, à mobilização de outras competências como a assertividade e a capacidade crítica, sem esquecer a auto-análise.

Destaque ainda para mais dois excertos do texto:

They create environments where people can be at their biggest. We all have the experience of people who make us smaller and less capable versus those who make us more capable in their presence than we are without them. Good leaders remember that their perspective isn’t the only truth, and they welcome entire human beings into the workplace — inconvenient emotions, vague hunches, thoughtless mistakes and all. When people see us in our messy wholeness, we can spread out and become bigger.

The most important thing? Believe that you can change and begin to look for the ways you might need to by asking for feedback from others. Forgive yourself for your limitations (rather than denying them or beating yourself up about them), and then seek to grow beyond the way you understand the world today.

A entrevista

Publicado em Atualizado em

Fonte: bnet

Amy Levin-Epstein sugere cinco dicas para quem tem de se sujeitar a entrevistas de emprego. Para Epstein: «When you score a coveted interview, the single most important thing you can do is prepare and practice, by doing both a run-through with an industry-savvy friend, and recording yourself and then doing a self-review. This will help temper your nerves and help you work on weaknesses. Then, choose your words carefully once you’re in the room».

Ler tudo em 5 Things you should never say in a job interview.

A autora sugere:
1. a introdução de originalidade e novidade nas respostas;
2. evitar exigências ou pedidos especiais no primeiro contacto;
3. demonstrar uma ambição controlada (nem a mais, nem a menos);
4. evitar uma postura negativa ou demonstrar uma atitude pessimista;
5. indicar que não tem fraquezas

Na verdade, antes da entrevista deve-se empreender uma reflexão sobre os pontos fortes e fracos que cada candidato tem. Este deve avaliar os conhecimentos técnicos adquiridos e aproveitar o contacto, na entrevista, para os demonstrar, e não esquecer de demonstrar as aptidões que possam interessar ao empregador. Nos casos em que se possuam conhecimentos ou características que constituam uma mais-valia, estas devem ser introduzidas com inteligência no decorrer da conversa. Assertividade e proactividade, são dois conceitos a introduzir, no vocabulário, mas acima de tudo no desempenho profissional.

Como usar a inteligência emocional

Publicado em

Have you ever said or done something that you regretted? Have you ever felt as if your emotions hijacked you at work? Don t let your feelings sabotage you. Come on managers, it s time to learn to about emotional intelligence.

Guess what? The human brain is plastic. It can adjust to challenges and make new connections. You can change life-long behaviors and reactions, for the better. As a manager, you will get incredible traction if you focus on identifying your emotions and how they affect you and your relationships with others. (…)

É assim que começa o vídeo sobre a inteligência emocional . Em sete passos Leila Towne explica como melhorar. Junto do vídeo encontra o texto escrito [ver em transcript].

O equilíbrio

Publicado em

No artigo Why Having “Social Skills” Doesn’t Make You a Better Manager Kimberly Weisul procura reflectir sobre a importância da inteligência emocional e das competências sociais no trabalho.
Apesar da vasta literatura sobre o tema, os diferentes estudos apontam para diversos caminhos. As mulheres usam mais a inteligência emocional do que os homens? Qual o papel do cáracter? Os anti-sociais são mais maquiavélicos? Ou serão os mais hábeis em manipular as emoções, os que representam um maior perigo?

Bem, sem muitas leituras, parece-me que, como em tudo na vida, o segredo pode estar no equilíbrio, um estado nem sempre fácil de alcançar. Uma boa formação de base ao nível de conhecimentos, mas também ao nível de atitudes e comportamentos, frontalidade e um uso inteligente das diferentes competências pode ser um dos caminhos. Isto também, se se incorporar a ética e… a partilha, uma das grandes dificuldades da sociedade actual em que cada um quer seguir por si. E quando várias cordas puxam para direcções diferentes o resultado não pode ser bom.

No final do artigo Weisul conclui que a inteligência emocional é como a cerveja:

After reading all these studies, I can’t help but think that emotional intelligence is sort of like beer. A mean person doesn’t become nice when they have too much to drink. They just become a mean drunk. In the grand scheme of things, I wonder how much use emotional intelligence really is in a workplace setting. If women have more emotional intelligence than men, it might only matter if women are also nicer than men. Such an imbalance seems pretty unlikely, to say the least. But would you be better off working with someone who’s extremely pleasant but might have ulterior motives, or with someone who’s obnoxious but has a good heart?