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PR 3.0 – Do You Have the Skills to Compete?

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The PR/marketing industry has undergone a dynamic shift that requires a new set of skills and a deeper understanding of the power of the Web.

Scott Meis

Scott Meis, um especialista em social media, director de Estratégia Digital da Weber and Shandwick, em Seattle, EUA, autor de Social Media Snippets, reflectiu, há uns tempos atrás, sobre as competências que um profissional de RP deve possuir na era 3.0. Segue um apanhado do que foi escrito no artigo PR 3.0 – Do You Have the Skills to Compete? . Ver em baixo uma selecção de excertos.

«For those currently in the field, it’s critical that you at least develop a baseline understanding of the importance of social media and its overall role in bridging connections between online audiences. For those finishing up college, a proactive approach to developing some of the skills below will certainly help you battle the existing tough job market.

At the college level, it’s great to see various PRSSA chapters getting students involved with not only learning about the value of social media but also working with different clients to implement practical social media campaigns. Likewise, agencies are taking steps to make sure employees are up to speed on the changing digital landscape. But, gone are the PR 2.0 days of just talking about blogs and the Web as a valuable marketing platform. The Web is now a necessity for anyone in the communications field and PR 3.0 is upon us.

The verdict on an accurate definition of PR 3.0 is still out, but more importantly, it’s crucial that we all adapt and learn the skills that will eventually be expected of any PR practitioner.

As 10 competências propostas por Meis:

1. Search Savvy

Two words – Research Guru. PR relies heavily on solid research and fact finding. Get savvy on how to dig quick and dig deep to get answers. Hint – Google should be your best Web friend.

2. Web Architecture

Many websites are now constructed from blog platforms such as WordPress.org. Search results are influenced through paid advertising, linking and search engine optimization (SEO). The content on your website makes a difference (Meta-Tags, Keywords, Links). Understand how all this works together to impact overall Web presence.

3. Social Media Savvy

Understand the definition of social media and get that it’s not just about the tools and technologies, but more importantly, the conversations, engagement, interaction and relationships these tools facilitate online.

4. Active Social Media Involvement

You’re not a head nodder that pretends to get social media. You’re not just a content pusher but an engager. You comment, you critique, you add value to existing conversations. You get the crucial importance of listening and monitoring on the Web. You’re actively involved on at least a few different social media sites and are willing to try a new, proven platform to see its role in facilitating online conversations.

5. Blogger Relations

You recognize that a blogger is a blogger and know the different nuances associated with connecting with bloggers. Learn blogger relations 101 and understand how bloggers connect and influence one another.

6. Media Relations

Not so quick, traditional media hasn’t gone away yet. Still at the core of any good PR pro, is an understanding of how to appropriately craft releases and pitch TV, radio and print outlets. It’s more important than ever to understand the need for short, relevant, personal, localized pitches. In addition, recognize how journalists are utilizing blogs as a fluent news publishing platform.

7. HTML 101

You don’t have to be a web programmer, but take an HTML 101 course so that you have the flexible skill base to manipulate web content. Learning the basics of Dreamweaver can’t hurt either.

8. Content Creator

Similarly, no need to be a professional photographer or videographer, but it doesn’t hurt to bolster these skills. Compelling Web content thrives around photos and video. It wouldn’t hurt to be familiar with how to effectively shoot both and what it takes to get that content on the Web in a shareable, searchable format (yes, tags and titles really do matter). Check out Photoshop or iPhoto as well as iMovie or Finalcut to get some basic photo/video editing skills under your belt.

9. Writing

Whether it’s a strategy document, client monthly report, press release, blog post, tweet, video description or website copy, writing skills will always be of the utmost importance for any strong communicator.

10. Measurement

Clients like results. It’s no longer just about quantity of hits or press clips. It’s about quality of conversation and social influence. Be able to recognize and justify to clients how key blog mentions and placements frequently hold more value and influence over traditional media placements. Companies such as Radian6 are helping refine online measurement and many tools have excellent embedded analytics tools (ex: YouTube Insight).

Bonus –  Client Relations!

You didn’t think I’d forget did you?! Above all, solid client relations should remain a primary focus for any PR practitioner. Clients look to PR pros to guide and direct, counsel and execute plans that help them achieve their PR and marketing goals. Be the trailblazer that can pave the path to success by conveying the importance of online PR/marketing tactics to clients in a clear, concise manner while remaining flexible and adapting to the changing demands of the Web.

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Empreendedorismo é o tema da quarta sessão

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Miguel Gonçalves é o orador de mais uma edição do ciclo de conferências ISVOUGA MARKETING SESSIONS, promovido pela Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas, a decorrer a 14 de Fevereiro, às 19h.

Fonte imagem: Praça - Porto24 (DR)

O ciclo de conferências Isvouga Marketing Sessions retoma as sessões regulares a 14 de Fevereiro de 2012 e conta com a presença de Miguel Gonçalves, fundador da Spark Agency, para uma intervenção intitulada «Admirável Mercado Novo». O orador, com formação em Psicologia, tem uma década de experiência em agitar mentalidades. Em 2011 tornou-se numa das figuras do ano nas redes sociais, após uma participação no programa Prós e Contras, da RTP, dedicado ao Tema «Esperança no futuro», onde, num discurso aguerrido e frontal revelou que a forma para contornar as adversidades está na atitude e na capacidade de ser diferente.

A entrada é livre.

Devido à lotação do auditório é obrigatória a inscrição para o email: marketing.sessions@est.isvouga.pt.

O percurso do orador

O responsável pela Spark, empresa especializada em criatividade e no desenvolvimento de acções de formação, palestras e sessões de motivação para empresas, é também, aos 32 anos, um comunicador nato. Em 2009 lançou um projecto intitulado SliceWalking, uma iniciativa que apoia famílias em países de terceiro mundo através da arte. Um ano depois criou uma agência com vista a activar energia nas empresas e nas pessoas. A participação no Programa Prós e Contras da RTP, em Junho de 2011, para falar do projecto «So You Think You can Pitch», apresentado como um evento que reúne empresas que compram trabalho e pessoas que querem trabalhar, transformaram-no num fenómeno de comunicação viral. «Acredito que se está a começar a formar uma nova geração de empregados. Tivemos muita gente a olhar para baixo, a picar o ponto e a cumprir regras. (…) Há agora um ambiente de empreendedorismo muito forte», diz Miguel Gonçalves, conhecido pela repetição de alguns chavões tais como «CV não é curriculum vitae, é Canal de Vendas!» ou pelos também afamados mantras: «as empresas não oferecem trabalho, compram propostas de valor; o teu trabalho é o teu produto; o produto que não está à mostra não vende». Nos últimos meses, este ideia starter, como surge na página da agência, tem-se desdobrado em conferências, palestras e participações onde divulga algumas das actividades que estão a dar nome à empresa que fundou com Tânia Delalande (professional problema solver) e Regina Arlete (contente curator). Entre os vários projectos desta sociedade minhota destaque para So you think you can pitch, evento que funciona como ponto de encontro para empresários e candidatos e o Udini, uma actividade que ensina e incentiva a fazer as perguntas certas, às pessoas certas.

Para informações mais detalhadas consultar a página da agência: http://www.sparkagency.pt.

De recordar que a iniciativa ISVOUGA MARKETING SESSIONS arrancou em Outubro de 2011 com a presença de dois profissionais com experiência comprovada na área do Marketing e das Vendas. Pedro Aguiar abordou questões relacionadas com os factores críticos de sucesso para um marketing 3.0 eficaz e os novos desafios organizacionais ao nível do marketing e estratégia. Paulo Ferreira salientou algumas das estratégias de abordagem e de relacionamento entre os profissionais das vendas com os clientes, mas acima de tudo, sublinhou a importância da atitude na hora de marcar a diferença. Na segunda sessão, em Novembro, foi a vez de Duarte Magalhães e Joaquim Pereira, autores do livro City Marketing. MyPlace in XXI. Gestão Estratégica e Marketing de Cidades, participarem no evento. Para Duarte Magalhães «todas as cidades estão à procura do seu lugar» e deve-se fazer a «promoção das cidades com método sustentado». Joaquim Pereira considera que a identidade de cada lugar deve estar no centro de qualquer estratégia de marketing, apostando na «criação de compromissos» entre todos os actores locais para a construção de uma cidade competitiva, sustentável e com futuro. Em Dezembro, ainda antes do Natal, Ana Côrte-Real, investigadora na área do Marketing Infantil, falou da ligação que as crianças têm com as marcas. Nuno Moura, Marketing Manager da Prénatal, contribuiu com a apresentação de um caso prático e falará das mães, as decisoras na hora da compra nos primeiros anos de vida. As conferências que estão a decorrer no âmbito do ISVOUGA MARKETING SESSIONS têm como finalidade debater assuntos relacionados com as estratégias de comunicação no século XXI.  As sessões visam proporcionar um contacto directo e contínuo entre profissionais da comunicação, empresários, académicos e a comunidade estudantil para uma maior aproximação com a realidade actual.

 

A fórmula 7-38-55

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A propósito de algumas dúvidas relativamente à fórmula referida durante uma das apresentações do Isvouga Marketing Sessions sugiro uma espreitadela à página de Olivia Mitchell, um recurso útil para qualquer profissional de comunicação. Espreitem AQUI uma síntese da fórmula de Albert Mehrabian, resultado de estudos no âmbito da comunicação não verbal (1967). Tenham em atenção os limites e as críticas à mesma.

 

 

Como usar a inteligência emocional

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Have you ever said or done something that you regretted? Have you ever felt as if your emotions hijacked you at work? Don t let your feelings sabotage you. Come on managers, it s time to learn to about emotional intelligence.

Guess what? The human brain is plastic. It can adjust to challenges and make new connections. You can change life-long behaviors and reactions, for the better. As a manager, you will get incredible traction if you focus on identifying your emotions and how they affect you and your relationships with others. (…)

É assim que começa o vídeo sobre a inteligência emocional . Em sete passos Leila Towne explica como melhorar. Junto do vídeo encontra o texto escrito [ver em transcript].

Controlar a audiência

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Sims Wyeth sintetizou num pequeno texto, Five Ways to Speak Like Obama , as principais regras para dominar uma audiência. Treino, controlo da linguagem corporal, mensagens simples e um discurso bem preparado são os segredos de oratória identificados no presidente norte-americano.

1. Falar para a audiência

Start your talk by broadly defining the situation that your listeners face. Then, once you’ve got them nodding their heads in agreement, move on to describe the problems or challenges that are on their minds. Start where the audience is, not where you are. Once you have their attention, you can lead your listeners wherever you want to take them.

2. Manter a mensagem simples

Throughout the presidential campaign, Obama kept his main message — “change you can believe in” — simple and easy to remember. Sure, some pundits mocked its simplicity, but it served its purpose perfectly as the banner at the front of his parade. You, too, can keep it simple, even if you have mountains of research to report.
First, fine-tune your core message. (…)

3. Antecipar o que a audiência está a pensar

(…) Show your audience that you understand the contrary view better than they do, and explain why your proposal or argument is still superior.

4. Aprender a fazer pausas

Here’s an exercise to help you learn to pause.
Mark up your paragraphs / in this manner / into the shortest possible phrases. / First, / whisper it, / breathing / at all the breath marks. / Then, / speak it / in the same way. / Do this / with a different paragraph / every day.
Where you pause is up to you; there are no hard and fast rules. But try it. Slowly inhale to the count of three at each breath mark. Speak as though you had plenty of time. The goal / of this exercise / is to teach your body / to slow down.

5. Controlar a linguagem corporal

To achieve the body language that’s effective for you, focus on a single attribute — for example, calm — and practice implementing it in the basic motions of your day, from getting dressed in the morning, to leaving your home for work, to greeting your friends and colleagues.
(…)
Finally, you’ll need to rehearse. Practice calmly walking up to the lectern or the front of the room. Arrange your papers calmly. Look out to the audience with a sense of command, with assertiveness. Let the silence hang for a moment, and only then deliver your opening remarks.

Obama: cool under pressure

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Jessica Stillman aborda a postura cool de Obama dias antes da captura de Bin Laden, durante um jantar na Casa Branca, o mesmo evento onde apresentou a certidão de nascimento e, em tom irónico, anunciou o vídeo do seu nascimento, um excerto do filme Rei Leão.

Last weekend after giving the okay for special forces soldiers to raid a compound where the world’s most wanted man was believed to be hiding, President Obama straightened his bow tie and went off to roast Donald Trump at the White House Correspondents’ Dinner. Funny and unruffled, the President gave no indication he was feeling the strain of his momentous decision. He was, in short, a pretty cool customer.
It was an impressive display of calm under pressure and inspires the question — how does he do it? Is the ability to handle stress an innate characteristic like height or eye color, or is it something us mere mortals can learn to do too?

A citação acima transcrita resulta de um artigo How to Train Yourself to Be Cool Under Pressure onde se aborda o modo como Obama lida com momentos de pressão. No decurso do texto, Jessica Stillman referencia Justin Menkes, autor do livro Better Under Pressure.

Para Menkes a preparação é fundamental e os jovens são menos eficazes em lidar com situações mais stressantes. Para este autor ninguém nasce estrela: “Attributes have a range of genetic influence and the ability to deal with pressure is on the far side of the continuum in terms of preparation versus genetics. Your ability to deal with stress is overwhelmingly about preparation”. Até porque “You have to build inside your brain, your consciousness and your stomach a knowing that you can handle it“.

O treino, permanente

We want you to associate elevated pressure with a confidence that you can handle it, and you do that by elevating the situations of stress where there’s a risk of failure but you’re well enough prepared for it that odds are it’s going to go well. You put yourself in several of those and then you have that internal memory of ‘I can handle pressure.’ And then you keep elevating it.

Até porque tal como assinala Menkes:

“The biggest distinction in the 21st century is an ongoing elevation of pressure and complexity”.

Num outro artigo – Don’t Choke! Secrets for Performing Under Pressure – Stillman começa por descrever o estado de ansiedade que se tem em situações de pressão:

You palms sweat. Your pulse races. Your throat gets dry. You’re standing in front of a room full of people who can make or break your career, and you’re about to choke. For most people this sounds like the set-up for a terrible anxiety dream (…)

A autora procurou nas palavras de um especialista, Sian Beilock, da Universidade de Chicago algumas dicas:

First, think about what you want to say, not what you don’t want to say, because when you try not to think or do something, it is often more likely to occur. Second, know what you know. If you have memorized the introduction to your speech or what you are going to say in its entirety, just go with it and try not to think too much about every word. If you didn’t memorize it, pause before key transitions to allow yourself time to regroup. Third, remind yourself that you have the background to succeed and that you are in control of the situation.
(…) write it out. Our work shows that writing about worries and stressful events in your life can help increase “working memory” (a kind of mental scratchpad that allows us to “work” with all the information stuck in consciousness). (…) This writing doesn’t have to be long, 10 minutes before a big event or regularly for 10 minutes a week can help ensure that we make the most of the brain power we have.

Quando o medo paralisa…

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«I understand what drives many people to buy books about public speaking: Fear. I know because I’ve shared it» começa por revelar Herb Schaffner num artigo intitulado: The Best Advice for Overcoming the Fear of Public Speaking .

… when I walked up on a podium and took my place at the lectern in front of an audience, and suddenly felt dry mouth, sweaty palms, shaking hands, pounding chest, even my voice ringing in my ears. I’d prepared a slick speech, but not my brain for the inevitable shock of taking the stage.

Aqui encontra pequenas dicas para contornar este obstáculo e algumas sugestões de leituras úteis.
A começar pela prática

… Practice not only to become more comfortable with your material, but to experience the gamut of emotions that come with speaking…

passando pelo conhecimento da audiência,

(…) common with the audience and collect information about your audience–from their jobs to their likely questions. By doing so, you will replace the anxious self-talk in your own mind with a new externally-focused challenge: what are the people like I will be speaking to?.