Dicas

Espoleta ou despoleta?

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Porque usamos despoletar quando a palavra que devíamos usar é espoletar?

Vamos ao Ciberdúvidas esclarecer:

O verbo despoletar é formado do prefixo des- + espoletar, que significa pôr a espoleta em.

espoleta é um dispositivo que produz a detonação de cargas explosivas, como por exemplo uma granada, e também de projécteis; a espoleta é, também, um detonador.

Se tirarmos a espoleta a uma granada, quer dizer, se a despoletarmos, ela fica inactiva. Despoletar significa precisamente o contrário daquilo que pretendem significar as pessoas que empregam este verbo. E quem tem muita culpa disto é a RDP, a TV e os outros meios de comunicação, que, neste caso, nem sequer consultam o dicionário, porque não se interessam pela Língua Portuguesa.

Em suma:

Espoletar é “pôr a espoleta em” (detonar) e despoletar é “tirar a espoleta a” (tornar inactivo).

Fonte: Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

O uso do twitter para divulgar a ciência?

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«Academics are now able to network and receive feedback from fellow researchers and the public online, which builds friendships and presents professional opportunities. Scientists online can converse with fellow writers, scientists, artists, researchers, and teachers from all over the world, a pool of contacts far larger than any university faculty. A Twitter follower audience is able to provide near-instant opinions and references, can be used to crowdsource data, and spread awareness or knowledge about a certain issue or topic one feels passionately about-which can result in an overwhelming response of support».

«By bringing science to the public in digestible 140 character messages in a neutral environment such as the Internet, people are able to access science without taking any risks or making an extensive effort to involve oneself».

Mais informação AQUI

Para Pensar e/ou Rir.2

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Cartoon Dilbert – janeiro 2014 – jornal I

E sobre a comunicação nas organizações: como explicar a alguém que enviou um email idiota, escrito com os pés?

Boas práticas da escrita: no jornalismo e no marketing

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No artigo «7 lessons content marketers can learn from journalists» Daniel Chioco identifica algumas lições que os marketeers deviam aprender com os jornalistas na elaboração de conteúdos. Antes de mais deve-se sublinhar a importância de escrever bem, com frases fluídas e que não causem ambiguidade. Chioco acrescenta: escrever um bom título que incentive à leitura, aprofundar o tema, pesquisar detalhes interessantes ou procurar um ângulo diferente, estar actualizado e a par das últimas novidades, ser conciso e acima de tudo escrever informação de qualidade. Até porque:

News stories are some of the most widely shared pieces of content on any given day, especially as consumers are becoming more opinionated on various topics, and eager to share their opinions. These news pieces are a content strategy that has the ability to go viral, and can inevitably help similar pieces find virality as well.

 

 

Como elaborar um briefing II

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Depois das dicas disponibilizadas  em A QUE QUESTÕES DEVE RESPONDER UM BRIEFING mais informação detalhada de como elaborar um resumo  breve e eficaz disponível AQUI.

O briefing deve ser o ponto de partida do trabalho. Ele deve clarificar o trabalho e servir de acordo entre todas as partes. Ele deve ser o guia que evita mal-entendidos e confusões ou os terrenos pantanosos da indefinição de objectivos. Este deve evitar o estabelecimento de alvos móveis (objectivos que mudam ao longo do tempo, e que não se fixam de forma a permitir um trabalho consistente). O briefing deve ser definido o mais tarde possível, para evitar mudanças e alterações permanentes, mas impreterivelmente antes do inicio dos trabalhos: é o primeiro documento e o documento de base para a sua definição e nada deve ser iniciado antes da sua definição. O momento certo para o apresentar é na primeira reunião com os criativos, designers, com a agência ou com quem vai executar o trabalho. A sua preparação deve ser o trabalho essencial de preparação dessa reunião. Deve contar-se que demora tempo a elaborar e a reunir a informação necessária. O trabalho de realização do briefing não é para ser feito nos 10 minutos que antecedem a sua entrega.

Não sabes como abordar o mercado?

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A vida está difícil e as oportunidades escasseiam. Com tanta concorrência não podes deixar que o teu lugar no mercado seja ocupado por outra pessoa. Como o fazer? Como criar um CV que se distinga dos outros? O que podes fazer por ti para criar um percurso demonstrativo das tuas competências? Já alguma vez fizeste uma análise swot a ti próprio?

O workshop MINDSET DE MERCADO é uma iniciativa criada pela Spark Agency para ajudar os universitários e recém-licenciados a encontrar formas de se apresentarem de um modo inteligente e diferenciador. A equipa promete uma «perspetiva inovadora, onde se traz a lógica do mercado para a esfera individual – o teu trabalho é o teu produto!» para além de  «explorar todos os outros inúmeros canais de venda (reuniões de trabalho, networking, presença online, entre outros)». É já a 21 de novembro, das 9h30 às 13h30, no ISVOUGA, Instituto Superior de Entre Douro e Vouga. Informações e inscrições até 16 de novembro AQUI ou pelo email sac@isvouga.pt.

Uma iniciativa MKT:LAB.

Ainda as competências de um profissional de RP

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Sarah Skerik aponta algumas das competências que um profissional de RP deve possuir na actualidade: para saber contar histórias é necessário conhecer e acompanhar o(s) público(s); ler dados, tabelas e resultados obriga a mobilizar competências analíticas; numa era em que a imagem, infografia e o vídeo são cruciais, para incrementar o word of mouth é urgente mobilizar conhecimentos de pensamento visual; a monitorização antes, durante e depois (social listening); a capacidade de adaptação a cenários de mudança frequente, obrigando a uma capacidade para aprender todos os dias.

Para Skerik:

The advent of social media and the ever-increasing role of digital media in our lives means there are a number of opportunities for public relations. There are new ways to find audiences, new media through which to convey messages, tons of opportunities to connect with your brand’s fans, and so on. Best of all, digital campaigns can be measured.

Isso implica articular a vertente mais tradicional «who values the ability to write, build relationships, isolate and convey key messages and build publicity strategy above all else», com o entusiasmo digital mas também ligando o tratamento de dados para medir a eficácia das acções.

Assim:

1. Storytelling (and “story selling”)

There’s a difference between writing well and telling a story, and a good story is valuable currency today. Stories are sticky, relatable, and effective; these are the reasons stories are the cornerstone of the content marketing strategies and social media programs that are becoming enmeshed within public relations. But there’s more to storytelling than good writing.

Required skills: Curation. To develop a story that will gain traction with your audience, it’s necessary to spend a little time learning about their interests; otherwise, you risk missing the mark with them. Curate content (which is a fancy way of saying “find interesting stuff and share it) and see what sort of information (and format) resonates with your audience. Observe what they’re sharing (and re-sharing) too. The intelligence you glean will be invaluable to your writing process.

2. Quantification

The ability to measure digital outcomes requires communicators to dust off their analytical skills, because “big data” is here to stay, and it is strongly informing communications. Knowing how to organize and crunch data, correlate results, and correctly interpret and apply data are core skills that enable communicators to turn the masses of data available to us into valuable business intelligence and ROI metrics.

Skills: Data analysis and advanced spreadsheet. The good news, especially if you’ve been out of school for a while, is that today’s spreadsheet programs like Excel include powerful data analysis functions that make things such as correlation and statistics work fast and easy. Developing advanced understanding of the spreadsheet programs and the data analysis toolkits they contain is an important first step.

3. Visual communications

The rise of the infographic and the emergence of platforms such as Pinterest, Tumblr and Instagram—all of which trade heavily if not exclusively in visuals—has accelerated the trend of using visuals in PR. Harnessing multimedia and video to engage and attract audiences is rapidly becoming stock in trade for PR.

Skills: Visual thinking. Basic videography, photography, and design are important, as is the ability to develop visual concepts to accompany and illustrate messages. A bonus skill is multimedia production and editing skills. Even if you have a design team at your disposal, learning how to think about messages visually is an important skill, because communications are becoming more and more about art. If you don’t have a design team on hand, learning how to develop, edit, and publish visuals for campaigns is crucial.

4. Proactive and predictive monitoring

We’re in an age of radical transparency, which is fueled in part by the lightning-fast flow of information. Instead of monitoring “downstream”—that is, looking for media pick up that has been published—PR teams are switching gears and monitoring conversations and trends to predict events and communicate proactively. In a nutshell, PR can influence outcomes, rather than simply measuring them.

Skills: Social listening. Acuity with social media monitoring and understanding of social audiences is the cornerstone of good monitoring. Learn how to use a social media dashboard to evaluate what people are discussing and identify the recurring issues in your marketplace. Get involved in social media and industry discussion groups to observe first-hand how conversations work and how ideas flow.

5. Adaptation

Content marketing, search engine optimization, video production. None of it sounds like PR—or, more specifically, PR as we’ve traditionally thought of it. The truth is many public relations job descriptions are reading more like a catalogue of communications skills. The mushrooming demands on PR departments—and subsequently, on professional communicators—is in itself an important trend.

Skill: Learning. The ability to succeed in changing times is really part of the DNA for public relations. After all, this is the department that cuts its teeth on curve balls. The only thing predictable about PR is change. Make time in your day to read, practice, and learn.

LER ARTIGO de Sarah Skerik AQUI.

Sarah Skerik is the vice president of social media at PR Newswire, which recently announced The Crowd-Sourced eBook: The Definitive Guide to Social Influencer Engagement and invites you to contribute.