relações interpessoais

Para Pensar e/ou Rir.2

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Cartoon Dilbert – janeiro 2014 – jornal I

E sobre a comunicação nas organizações: como explicar a alguém que enviou um email idiota, escrito com os pés?

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A ciência da persuasão

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Desde os primeiros estudos que se concentraram na análise dos efeitos dos meios de comunicação, os meandros da persuasão, são uma das grandes preocupações dos investigadores e profissionais da comunicação. A identificação da lei do emissor (e a sua importância no processo comunicativo), mas também a existência de mecanismos que limitam a atenção e a memorização das mensagens mediáticas, são hoje elementos que continuam a despertar o interesse de todos aqueles que têm que fazer a gestão de mensagens. Uma preocupação maior do que aquela que mobilizou os primeiros estudos, no início do séc. XX.  Na verdade, o turbilhão de mensagens com que somos bombardeados, a rapidez e, por vezes ligeireza, como nos transmitem a informação, obrigam a que se repense como é que se pode assegurar a eficácia comunicativa. Neste vídeo são identificados alguns princípios da ciência da persuasão.

A forma como os outros veem o «eu»

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janela

Dorie Clark é consultora, já trabalhou com a Google, Universidade de Yale, entre outros e, recentemente, num artigo publicado na Harvard Business Review, You’re probably wrong about how others really see youalerta para a importância de conhecermos como os outros nos veem. Por isso, esta consultora sugere que cada um empreenda uma espécie de investigação que permita verificar a leitura que os outros fazem de nós.

(…) You may think you already know how others view you — as a skilled communicator, or an incisive numbers guy, or a manager who always brings out the best in her team. (…)

Yet when it comes to your personal brand — your professional reputation — it’s not about how you view yourself. What matters is how the world sees you. “If three people tell you you’re a horse, buy a saddle,” says angel investor Judy Robinett. In other words, listen to what the outside world is telling you, because they’re probably right. So how can professionals get that honest feedback, especially if you don’t have access to an executive coach?

Conduct your own “360 interviews.” This is the first step most executive coaches would take — and if you don’t have a coach, you can do it for yourself. Invite trusted colleagues, your boss, and your employees out for coffee, tell them you’re working to raise the bar professionally, and ask for their honest feedback: What do you do well? Where could you grow? What three words would they use to describe you? Their perspective is likely to be revealing.

Tudo isto vem a propósito do artigo de Joana Petiz, Empenhado ou incompetente: sabe o que pensam de si? publicado no Dinheiro Vivo e em que a jornalista escreve:

Pode convencer-se que ninguém repara na forma como finge estar ocupado quando não tem vontade de trabalhar ou acreditar que todos os olhos estão postos em si quando dá o litro para conquistar um cliente importante, mas a verdade não é bem assim. O reconhecimento resulta de um processo complexo de observação e interpretação de comportamentos que não se resumem à sua forma de trabalhar e são influenciados pela mentalidade colectiva dos que o rodeiam.

Ambos os artigos são um bom pretexto para recordar a janela de Johary, uma proposta de Joseph Luft e Harrington Ingham, que se aplica ao estudo da interação e das relações interpessoais e que permite revelar quatro variações do ego: área livre (zona que integra conhecimento do ego e dos outros); área cega (a forma como os outros nos veem); área secreta (os aspetos que o ego não mostra aos outros) e, por último, a área inconsciente, (os aspetos que nem o ego nem os outros têm conhecimento ou consciência).

Mais CV que se destacam

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Do you want hire me?
Do you want hire me?

E em 27 Examples of Impressive Resume(CV) Designs encontramos mais propostas arrojadas de divulgar o percurso académico e profissional. Porém, nunca esquecer: o público-alvo que filtra o CV. Nem todas as organizações estão preparadas para receber curricula fora do comum. Ter um bom conteúdo e leitura fácil é essencial.

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Como destacar um CV?

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Numa altura em que as oportunidades de emprego escasseiam e há uma saturação de envio de CV, a criatividade na hora de surpreender o gatekeeper que filtra as candidaturas é essencial para que um projeto de vida não vá parar ao caixote do lixo. Mais do que nunca é urgente ser original e oportuno e, ao mesmo tempo, ter capacidade para surpreender. Hugo Sousa destaca em Os Curriculum Vitae, Apresentações e Porta-fólios mais criativos algumas propostas: umas doces, como o chocolate da Charlotte Olsen, outras mais infográficas, em panfleto, em cartão de visita dinâmico ou até em sliderocket. Lembrando a célebre frase de Marshall McLuhan, afinal o meio sempre pode ser a mensagem.

CV em formato editorial
CV em formato editorial

Que tipo de líder querem no trabalho?

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«Everyone knows they’re under pressure; most people recognize that this is nobody’s fault and just about everyone recognizes that they have to focus and work like crazy».

De acordo com o inquérito anual The Kelly Global Workforce Index: «Eighty-one percent of workers want to see leadership that is empathetic, empowering, democratic and visionary. But only about half of them actually see that in their own jobs, while 29 percent see an authoritarian style that is, hands down, unpopular with just about everybody».

Ler mais em The best and worst leaders: A global rundown.