rede social

If the true goal is customer connection, why does it have to start on your own Facebook page?

Publicado em Atualizado em

Image

Antes da implementação de uma marca em qualquer rede social dever-se-ia em primeiro lugar reflectir sobre os objetivos de comunicação e os resultados que se pretendem alcançar com essa ferramenta. Aconselha-se a leitura deste curto texto em Why social media strategy should NOT start with a drive for Facebook fans, para perceber a importância da definição de um plano estratégico que promova o envolvimento com os clientes.

«The one thing missing in almost any social media strategy I see is a plan for company representatives to actually go spend some time at the customer’s “house” — 100 percent of the effort is usually aimed at the very difficult task of drawing those eyes to THEIR page, their home, every day instead of visiting customers where THEY “live.”

If the true goal is customer connection, why does it have to start on your own Facebook page?

Why is the metric for success always the number of comments or likes you have on your page, rather than the number of likes and comments your company gives away on other pages? Shouldn’t the effort be at least equal?

(…)

Relationships start with small interactions — and you probably have to go to where your customers are at first.  As they get interested in you, maybe they will start coming to your site where they may connect in a bigger way, and eventually bring their friends as they turn into fans.

(…)

Of course there are many different ways to be successful on the social web and lots of companies are doing great things on their Facebook pages, but I wanted to introduce the idea that it doesn’t necessarily have to start with a “drive for likes”(…)

Source: availble in http://www.businessesgrow.com/

Anúncios

«… see the bright side of crisis» diz Kartajaya

Publicado em Atualizado em

Um dos 50 gurus do Marketing, co-autor do livro Marketing 3.0, defende uma nova postura na forma como se fazem negócios na actualidade. Para Hermawan Kartajaya, uma crise é perigosa mas também uma oportunidade para se fazer diferente. A sua comunicação no âmbito da 6ª QSP Summit, na Exponor, no dia 8 de Março de 2012, destacou a ideia de que o consumidor deixou de ser estúpido. Mais conhecimento, diálogo, acesso e partilha de informação fazem com que que as marcas tenham de assumir uma postura mais integra, com respeito pelos mercados até porque, no entender deste especialista: «character is more important than brand».

Um resumo da intervenção está disponível no blogue ISVOUGA MARKETING SESSIONS (The new wave of marketing).

Uma outra comunicação de Hermawan Kartajaya, onde encontram algumas das principais ideias deste especialista em Marketing, pode ser acedida AQUI.

Ver também artigo de Catarina Madeira no Económico – “Netizens”: a comunidade que vai mudar o marketing.

O que está em causa na web 3.0?

Publicado em Atualizado em

Como definir o conceito?

Para perceber a web 3.0 deve-se, em primeiro lugar compreender a evolução do conceito.

A «era» web 1.0 corresponde ao aparecimento da internet e as suas possibilidades de acesso à informação (armazenamento e pesquisa).

Na web 2.0 entra-se numa fase em que já se assiste a momentos de intera(c)tividade (chats, blogues e redes sociais).

Na era web 3.0, o que está em causa é: a forma como a informação se estrutura e chega a cada um de nós.

O vídeo seguinte ajuda a perceber essa evolução:

E qual a importância da web 3.0 no marketing?

Numa entrevista divulgada na webletter da BRIEFING Jorge Rodrigues, dire(c)tor de marketing da área de aplicações de negócio e CRM da Microsoft Portugal, fala do modo de relacionamento com o cliente, na sequência da 1ª Edição do Fórum Advertising e Social CRM 3.0. À pergunta sobre o futuro nesta área respondeu:

«Conseguir estar presente em todos os canais e intera(c)ções. Ter a capacidade de “ouvir” os clientes nos mais diversos tipos de canais. Manter uma relação com os clientes, quer estejam no seu ambiente de trabalho, em casa ou em qualquer outro lugar, onde temos sempre uma forma de interagir com este, seja nos dispositivos de home entertainment, TV, PC ou smartphone. Por fim, conseguir ligar toda a informação não estruturada e dados captados nas intera(c)ções sociais e fora do contexto de trabalho com a informação estruturada existente nos sistemas da empresa e organização, de forma a ter uma cada vez maior visão 360º dos clientes».

Fonte: BRIEFING

Um guia para lidar com o facebook

Publicado em

Uma leitura a(c)tual sobre o papel da rede social como meio de comunicação. Ler Facebook Marketing Guide.

Companies as diverse as Microsoft and Volvo recognize the value of connecting with customers at the world’s biggest social media site. If you’ve held off getting your company in the game because you weren’t sure where to start, I’ve got a simple solution for you.

How to Sell Social Change? Put the Message in a Movie

Publicado em

THE widespread changes in consumer behavior and technology that are prompting marketers to rethink how they sell products are much on the minds of Madison Avenue. That was underlined on Wednesday by spirited discussions during the third day of Advertising Week 2011.

According to Calle Sjoenell, deputy chief creative officer at the New York office of Bartle Bogle Hegarty, a marketer wanting to be integrated into social messages must “find an issue that really works with your brand.”

“If it doesn’t,” he added, “don’t do it.”

See in New York Times ARTICLE

O currículo na era 2.0

Publicado em Atualizado em

O uso adequado de uma rede social pode potenciar, em termos profissionais, o surgimento de desafios. É também uma oportunidade para empreender um exercício de conhecimento pessoal e realizar um diagnóstico ao mercado. Antes de iniciar a pesquisa e traçar o caminho a seguir, sugere-se a visualização do seguinte vídeo.