A forma como os outros veem o «eu»

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Dorie Clark é consultora, já trabalhou com a Google, Universidade de Yale, entre outros e, recentemente, num artigo publicado na Harvard Business Review, You’re probably wrong about how others really see youalerta para a importância de conhecermos como os outros nos veem. Por isso, esta consultora sugere que cada um empreenda uma espécie de investigação que permita verificar a leitura que os outros fazem de nós.

(…) You may think you already know how others view you — as a skilled communicator, or an incisive numbers guy, or a manager who always brings out the best in her team. (…)

Yet when it comes to your personal brand — your professional reputation — it’s not about how you view yourself. What matters is how the world sees you. “If three people tell you you’re a horse, buy a saddle,” says angel investor Judy Robinett. In other words, listen to what the outside world is telling you, because they’re probably right. So how can professionals get that honest feedback, especially if you don’t have access to an executive coach?

Conduct your own “360 interviews.” This is the first step most executive coaches would take — and if you don’t have a coach, you can do it for yourself. Invite trusted colleagues, your boss, and your employees out for coffee, tell them you’re working to raise the bar professionally, and ask for their honest feedback: What do you do well? Where could you grow? What three words would they use to describe you? Their perspective is likely to be revealing.

Tudo isto vem a propósito do artigo de Joana Petiz, Empenhado ou incompetente: sabe o que pensam de si? publicado no Dinheiro Vivo e em que a jornalista escreve:

Pode convencer-se que ninguém repara na forma como finge estar ocupado quando não tem vontade de trabalhar ou acreditar que todos os olhos estão postos em si quando dá o litro para conquistar um cliente importante, mas a verdade não é bem assim. O reconhecimento resulta de um processo complexo de observação e interpretação de comportamentos que não se resumem à sua forma de trabalhar e são influenciados pela mentalidade colectiva dos que o rodeiam.

Ambos os artigos são um bom pretexto para recordar a janela de Johary, uma proposta de Joseph Luft e Harrington Ingham, que se aplica ao estudo da interação e das relações interpessoais e que permite revelar quatro variações do ego: área livre (zona que integra conhecimento do ego e dos outros); área cega (a forma como os outros nos veem); área secreta (os aspetos que o ego não mostra aos outros) e, por último, a área inconsciente, (os aspetos que nem o ego nem os outros têm conhecimento ou consciência).

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